Informação espalhada
Folhas de cálculo em vários computadores, dados no email, registos em papel. Ninguém sabe ao certo qual é a versão mais recente.
Software à medida . Coimbra
Construímos sistemas de gestão internos para PME, desenhados à volta do que a empresa já faz. Primeiro percebemos o processo real. Só depois escrevemos código.
O ponto de partida
Não é falta de trabalho nem de gente competente. Ou não existe sistema nenhum, ou existe um que custou milhares e nunca encaixou no que a empresa faz.
Folhas de cálculo em vários computadores, dados no email, registos em papel. Ninguém sabe ao certo qual é a versão mais recente.
As mesmas tarefas repetidas todos os dias à mão. Consome horas da equipa e o erro passa despercebido até ser tarde.
Quando o mapa fica pronto, já não descreve a situação. Acaba por se decidir por intuição em vez de por números.
O que construímos
Raramente é preciso tudo ao mesmo tempo. Começamos pelo que dói mais e crescemos a partir daí.
Saber o que tem, o que falta e o que vem a caminho, sem contar prateleiras. Um registo único, atualizado no momento.
Os números do negócio numa página, a partir do que o próprio sistema regista. Para quem decide, sem exportar nada para folhas de cálculo.
Portais internos, áreas de cliente e sites ligados ao seu sistema. Construídos à volta do que a equipa faz todos os dias.
O trabalho repetido passa a acontecer sozinho. A equipa fica com o tempo livre para aquilo que exige uma pessoa.
Como trabalhamos
Nenhum projeto começa por escrever código. Começa por perceber o que já existe.
01
Vamos ao terreno perceber como a empresa trabalha hoje, incluindo os atalhos que ninguém escreveu em lado nenhum. Falamos com quem executa, não só com quem decide.
02
Mostramos o sistema antes de o construir. Mexe, aponta o que está errado e corrigimos no desenho, onde ainda é barato mudar.
03
Construímos o sistema e instalamos onde fizer sentido, no servidor da empresa ou na nuvem. A entrega é por fases, com parte a funcionar desde cedo.
04
Ensinamos a equipa a usar e deixamos a documentação escrita. Depois da entrega ficamos disponíveis, com acompanhamento combinado à partida.
Legislação portuguesa
Em Portugal, as faturas têm de ser emitidas por software certificado pela Autoridade Tributária. Não desenvolvemos software de faturação certificado e não lhe mexemos. O nosso trabalho é o outro lado da empresa: o sistema interno que trata do stock, das compras, dos processos e dos mapas de gestão.
O programa certificado que já usa continua a emitir as faturas exatamente como hoje. Não o substituímos nem lhe tocamos.
Stock, compras, processos internos e mapas de gestão. É aí que costuma estar o trabalho manual que consome as horas da equipa.
Podemos construir mapas e vistas de faturação para uso interno. O documento legal continua a sair do software certificado, como a lei exige.
Como não dependemos do seu programa de faturação, não há integração nenhuma para deixar de funcionar quando esse fornecedor lançar uma atualização.
Onde encaixa
O nome do problema muda conforme o setor. A raiz é quase sempre a mesma: informação em folhas de cálculo e trabalho repetido à mão.
Não encontra o seu setor na lista? A conversa inicial é gratuita e serve exatamente para perceber se faz sentido.
Perguntas frequentes
Depende do que for preciso construir. Um painel de controlo costuma ficar pronto em poucas semanas. Um sistema de gestão completo leva meses. Damos um prazo concreto depois do levantamento, nunca antes, porque antes seria um palpite.
O preço vem do trabalho envolvido, por isso só o dizemos depois de perceber o processo. O diagnóstico inicial é gratuito e não obriga a nada. Se concluirmos que não vale a pena avançar, dizemos isso mesmo.
Fica. A faturação certificada tem de se manter por lei e não lhe mexemos. Quanto ao resto, é comum encontrarmos programas caros que fazem demais nuns pontos e de menos noutros. Construímos o que falta e deixamos em paz o que já funciona.
Não é para somar. É comum uma PME pagar licenças de programas enormes, usar uma fração deles e continuar a fazer à mão aquilo que ninguém previu. O que construímos costuma ser mais pequeno, mais barato de manter e feito só para o que a empresa faz todos os dias.
Não. O sistema é entregue documentado e com o código. A formação serve para a equipa ser autónoma no dia a dia. Se um dia quiser mudar de fornecedor, tem tudo o que é preciso para o fazer.
A sua empresa. O código do que desenvolvemos para si é seu, entregue no fim do projeto. Fica escrito no contrato antes de começarmos.
Sim, em todo o país. Sempre que possível fazemos o levantamento inicial presencialmente, porque ver o processo no local muda o que se percebe. O resto do acompanhamento faz-se à distância.
Uma equipa de cinco pessoas com o processo certo aproveita tanto como uma de cinquenta. O que decide não é o tamanho, é a quantidade de trabalho repetido que hoje se faz à mão.
Passo seguinte
Uma conversa para perceber como a empresa trabalha e dizer, com franqueza, se há aqui alguma coisa que valha a pena construir. Se não houver, também dizemos.
Prefere email? geral@netprime.pt